Makemaniacas Fortaleza – 31/01/10

Desculpem o atraso de mais de uma semana, mas é que às vésperas de voltar pra SP e com trabalhos ainda pendentes, a vida está uma loucura. Só queria agradecer de coração às meninas da Makemaníacas pelo evento super bonitinho e organizado do qual fizemos parte eu, Mariana Marques e Luciana Andrade. Nós falamos sobre o luxo, como esse conceito vem mudando e as estratégias que as empresas têm adotado para nos fisgar — uau!

Foi ótimo conhecer tanta gente nova, com interesses em comum e muita vontade de trocar experiências. Muitas surpresinhas quando falamos de produtos com custo-benefício bem atrativos. Na minha lista entraram o pó solto e o blush da Mary Kay e o hidratante que não mela da Eh! (preciso de um substituto para o meu Spa Wisdom da Body Shop, nhem). Infelizmente minha alergia nos olhos me impediu de aproveitar muitas dicas. Ainda aceito algumas sugestões de produtos hipoalérgicos, que não dá pra viver só de Clinique, né, povo. E, sim, já tô muito querendo os produtos da Kleyderme, que foram apresentados lá, principalmente a água termal e o creme dois-em-um com retinol e vitamina C.

Na hora do sorteio, paquerei horrores com as sacolinhas da Diva e da Menta Café, mas no problem. Ganhei um lápis Duda Molinos nume com borrachinha. Mas… ai, minha alergia. Catei no produto inteiro e não encontrei nenhuma indicação de que fosse hipoalêrgico. Tive que trocar por um batom. Infelizmente perderei o próximo, pois o dever me chama a muitos quilômetros de Fortaleza, mas deixo uma dica preciosa: vá! e leve dinheiro, cash, grana. Algumas meninas levam produtos para vender lá e nem sempre rola cartão. Babei nos produtinhos da Nyx, mas como já estou esperando uma encomenda de 527 batons e blushes da marca (ok, exagerei) fechei os olhinhos com força.

Fico devendo fotinhas e tal.

Backstage – palestras e sorteios

Sem programação pra essa quarta pré-carnavalesca em Fortaleza? Minha sugestão é o evento Backstage, que está sendo organizado por um pessoal bem bacana da moda cearense. O intuito do encontro é levar informações de moda além dos desfiles, com palestras de quem está dentro do negócio (os estilistas André Castro, Gilvânia Monique e Jade Maranhão). Além disso, sorteios de brindes Gilvânia Monique, Brechó Reivenção e Mar del Castro.

backstage
Então anota aí, vai ser quarta-feira agora, dia 10, às 18:30, no Reinvenção (Rua João Cordeiro, 1675 – Aldeota)

Ah, importante: o evento é gratuito, mas as vagas são limitadas. Para participar é preciso se escrever até dia 09/02/10 (amanhã) pelo e-mail eventobackstage@gmail.com enviando nome completo e telefone.

Moda e narcisismo

Sobre a polêmica das modelos magérrimas na São Paulo Fashion Week e essa “promessa” de flexibilização de padrões corporais nas revistas, me ocorreu um pensamento. Pode ser simplesmente viagem, mas…

Historicamente a moda acompanha a sociedade e por ela é acompanhada. Ou você acha que a meinha de lurex pegaria nos anos 70 se não houvesse todo um contexto disco? Ao mesmo tempo, toda a cultura das discotecas foi reforçada pela moda disseminada pela novela, instituição nacional.

(Parênteses: já disse que, pra mim, as pessoas mais poderosas da moda brasileira são Marília Carneiro e Emília Duncan, né? São top figurinistas da Globo)

Enfim, exemplos não faltam: Dior e a sociedade abalada (economicamente, politicamente e esteticamente) pela guerra, Chanel e as mulheres que passam a trabalhar e praticar esportes, Saint Laurent e suas provocações sexuais…

Posso estar equivocada, mas qual é uma das principais marcas desse início de século 21? Eu apostaria nessa espécie de narcisismo tecnológico que vivemos, em que as pessoas querem fazer parte da mídia, seja ela tradicional ou as chamadas “novas mídias”.

Jovens que mandam vídeos feitos por elas mesmas para os grandes portais e programas de TV — como o TVZ do Multishow, que jogam suas produções no Youtube, suas fotos no Fotolog e suas opiniões no Twitter. E a febre de realities? E os tais blogs de estilo de garotas e garotos comuns? É claro que as pessoas ainda buscam referenciais estéticos em modelos, atrizes e cantoras, mas não apenas. Hoje, elas vêem também a si mesmas.

E a maioria não veste 36.

(PS: sei que a internet, assim como a moda, vaga pelo terreno do “parecer”, mas isso é assunto para outro post)

“O Jardim das Horas” lança primeiro álbum em SP

Essa é pra quem está em São Paulo: amanhã, domingo, 24 de janeiro, a banda “O Jardim das Horas” faz show de lançamento do seu primeiro álbum “Do Quarto ao Jardim”. O nome faz referência ao antigo nome da banda, “O Quarto das Cinzas”, surgida em Fortaleza, mas que depois se fixou em São Paulo.

O show vai ser na sala Adoniran Barbosa, do Centro Cultural SP, a partir das 18hs. O ingresso está quase dado: apenas R$ 5.

Nas apresentações do grupo, a preocupação não é só musical, mas também visual. Dessa vez, contará com algumas participações especiais: Paulo Beto (anvil FX) que produziu o disco junto com Dustan Gallas e O Jardim, a atriz Mariana Rattes, o guitarrista Junior Boca, a artista plástica Mari Kuroyama, Fernando Coelho do Mama Cadela, a bailarina Patrícia Bergantin, o cineasta Jair Molina, Vitor Colares do Fóssil, o poeta Caco Pontes e o bailarino Felipe Teixeira.

Pesquisa de moda em Londres

Pessoal amigo do Modalogia pediu pra eu divulgar esse curso de pesquisa de moda em Londres. Vai durar uma semana, de 15 a 22 de maio, com custo de US$ 2.918 (inclui passagem ida e volta Rio-Londres-Rio, hotel, traslado e apostila). Bom, eu vou estar bem no meio do meu semestre e provavelmente sem grana. Se alguém for, quando voltar, por favor me passe o que achou, pois eu queria fazer um curso desses ano que vem. Interessou? Mais informações, só clicar aqui.


Dois textos necessários

A edição de hoje da Folha de São Paulo deixou de lado aquela cobertura tradicional das semanas de moda, com descrição dos desfiles, entrevistas com estilistas e as “tendências que vão pegar”. Com textos precisos de Fernanda Mena, Nina Lemos, Alcino Leite Neto e Vivian Whiteman, a Ilustrada preferiu focar na magreza absurda das modelos que pisaram na passarela, a maioria delas ainda adolescentes. Um padrão que não é nem um pouco saudável, ainda menos brasileiro — somos mais curvilíneas do que as européias eleitas como referência androgína de beleza.

Merece palmas pela cobertura corajosa. Mas tiro pontos porque deveriam estar no online para que todo mundo pudesse ler, viu dona Folha? São textos necessários. Então dá-lhe Ctrl-C/Ctrl-V:

Hipermagreza domina passarelas da SPFW

Modelos muito esquálidas levam grifes

FERNANDA MENA
DA REPORTAGEM LOCAL
NINA LEMOS
COLUNISTA DA FOLHA

“Gente, o que é isso, essa menina está doente?” A frase, de um fashionista sentado na primeira fila de um desfile da SPFW, ilustra um espanto recorrente na atual edição do evento: as modelos estão mais magras do que nunca. Prova disso é que estilistas estão tendo dificuldades em montar seus “castings”, fazem ajustes de última hora e escolhem peças estratégicas que escondam os ossos saltados das modelos.
Na SPFW da magreza radical brilham modelos na faixa dos 18 anos, que têm índice de massa corporal, calculado pela Folha, igual ao de crianças de 9 anos. No mundo dos adultos, a Organização Mundial da Saúde chama esse índice de “magreza severa”.
A explicação vem da top Aline Weber, 21, que mora em Nova York e participou do filme “Direito de Amar”, de Tom Ford. “Três coleções atrás, no auge do pânico antianorexia, as pessoas pesavam as modelos no backstage para ver se elas estavam saudáveis. Agora, a poeira baixou. Se você engorda um pouco, todo mundo está ali pra te julgar. Se você emagrece, falam que você está linda.” Aline diz conhecer muitas meninas bulímicas e anoréxicas fora do Brasil. “As russas são as piores”, conta.
O stylist David Pollak identifica o padrão supermagro europeu como uma das causas da onda que atinge a atual edição da SPFW. “Muitas meninas estão trabalhando fora e por isso estão supermagras. Estão dentro do padrão de Paris, que é esquelético.”
A magreza radical fez com que ele tivesse dificuldades na hora de montar o “casting” da Cavalera. “A marca tem uma imagem mais adolescente, saudável. Por isso, peguei meninas que não são badaladas [leia-se, as que ainda não têm carreira internacional]. Outros stylists tiveram de fazer o improvável: dispensar meninas de suas seleções porque elas estavam magras demais.
A onda tem feito eles inverterem uma antiga lógica da moda: ao invés de avaliarem roupas ideais para esconder, por exemplo, um quadril mais largo, têm de descobrir os looks que vão ocultar um corpo esquálido. “As meninas muito magras causam problemas. Seus ossos apontam num vestido de seda mais fluido. Ou seus corpos, muito estreitos, deixam a proporção toda estranha”, avalia o stylist Maurício Ianês.

Muito café
O estilista Reinaldo Lourenço não só percebe a hipermagreza das modelos desta temporada como também conta que teve que fazer hora extra por conta do fenômeno. “Tive que fazer vários ajustes de última hora em roupas que ficaram largas nas meninas, o que me deu o maior trabalho”, diz. Segundo ele, isso acontece porque a atual safra de modelos é “muito jovem”.
Nos camarins, longe da mesa de salgadinhos e quitutes -relegada aos jornalistas-, modelos desfilam com copos de café. “Identifico as mais magras como a turma do cafezinho, já que elas passam o dia todo tomando café para não comer e ficarem ligadas”, diz Pollak. Em entrevistas, elas escondem o peso e as medidas. “Não sei quanto peso. Nunca subo na balança”, disfarça uma delas.
Cristina Theiss, 18, jovem aposta da Ford Models, teoriza: “Para fazer passarela de inverno, precisa ser mais magrinha mesmo, porque as roupas são volumosas, enchem demais”. Para agências de modelos, o assunto ainda é tabu. Ou foi deixado de lado. “Magreza? Anorexia? Mas que assunto antigo, datado!”, diz um agente, interrompendo a entrevista da Folha com uma modelo. Basta olhar para as passarelas para ver que não é.

[http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2001201025.htm]

Moda tem que parar de sacrificar modelos

ALCINO LEITE NETO
EDITOR DE MODA
VIVIAN WHITEMAN
DA REPORTAGEM LOCAL

Chegou a um nível irresponsável e escandaloso a magreza das modelos nas semanas brasileiras de moda. As garotas, muitas delas recém-chegadas à adolescência, exibem verdadeiros gravetos como pernas e, no lugar dos braços, carregam espécies de varetas desconjuntadas. De tão desencarnadas e enfraquecidas, algumas chegam a se locomover com dificuldade quando têm que erguer na passarela os sapatos pesados de certas coleções.
Usualmente consideradas arquétipos de beleza, essas modelos já estão se acercando de um estado físico limítrofe, em que a feiura mal se distingue da doença.
Essa situação tem o conluio de todo o meio da moda, que faz vista grossa da situação, mesmo sabendo das crueldades que são impostas às meninas e das torturas que elas infligem a si mesmas para permanecerem desta maneira: um amontoado de ossos, com cabelos lisos e olhos azuis.
Uma rede de hipocrisia se espalhou há anos na moda, girando viciosamente, sem parar: os agentes de modelos dizem que os estilistas preferem as moças mais magras, ao passo que os estilistas justificam que as agências só dispõem de meninas esqueléticas. Em uníssono, afirmam que eles estão apenas seguindo os parâmetros de beleza determinados pelo “mercado” internacional -indo todos se deitar, aliviados e sem culpa, com os dividendos debaixo do travesseiro.
Alguns, mais sinceros, dizem que não querem “gordas”, com isso se referindo àquelas que vestem nº 36. Outros explicitam ainda mais claramente o que pensam dessas modelos: afirmam que elas não passam de “cabides de roupas”.
Enquanto isso, as garotas emagrecem mais um pouco, mais ainda, submetidas também a uma pressão psicológica descomunal para manterem, em pleno desenvolvimento juvenil, as características de um cabide.
Um emaranhado de ignorâncias, covardias e mentiras vai sendo, assim, tecido pelo meio da moda, inclusive pelos estilistas mais esclarecidos, que não pesam as consequências do drama (alheio) no momento em que exibem, narcisicamente, suas criações nas passarelas.
Para uma semana de moda, que postula um lugar forte na sociedade brasileira, é um disparate e uma afronta que ela exiba a decrepitude física como modelo a milhões de adolescentes do país.
Para a moda como um todo, que vive do sonho de embelezar a existência, a forma como os agentes e os estilistas lidam com essas moças é não apenas cruel, mas uma blasfêmia. Eles, de fato, não estão afirmando a grandeza da vida, mas propagando a fraqueza e a moléstia.
O filósofo italiano Giorgio Agamben escreveu que as modelos são “as vítimas sacrificiais de um deus sem rosto”. É hora de interromper esse ritual sinistro. É hora de parar com essas mistificações da moda, que prega futuros ecológicos, convivências fraternais e fantasias de glamour, enquanto exibe nas passarelas verdadeiros flagelos humanos.

[http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2001201026.htm]

Você usaria essa bolsa?

Comentei no Twitter sobre as bolsas em forma de galinha da Louis Vuitton e o pessoal duvidou. Pois está aí a foto da dita cuja:

lv2Além dessas clutches (tem outra em formato de passarinho), a coleção traz porta-níqueis, chaveiros e lenços com coelhos, esquilos e passarinhos.  A coleção é feita em couro, lona ou pele de cobra karung. Os preços variam entre US$ 220 e US$ 500 — isso lá no hemisfério norte; aqui sabe Deus.

Para a minha amiga Jac (@masquecoisa), a Louis Vuitton está brincando com o poder. Eu ainda estou esperando o Marc Jacobs pular e dizer “pegadinha do malandro, há”. Só sei que nesse reino animal vou rachar o bico quando vir a primeira perua com uma bolsa em forma de galinha.

O Twitter atrapalha a experiência?

Dias de Fashion Rio e São Paulo Fashion Week. Tenho certeza que muita gente acompanhou no Twitter posts como “Taís Araújo está no backstage da TNG” ou “Daiane Conterato abrindo o desfile da Ausländer”. Jornalistas, blogueiros ou simplesmente curiosos que não desgrudam de seus notebooks e celulares tuitando cada detalhe do que se passava no evento, da sala de imprensa à briga por brindes.

Anna Wintour e seu inseparável Blackberry

Anna Wintour e seus inseparáveis gadgets

Não é só em desfile. É em todo e qualquer evento. Pode ser uma festa, um show de rock, um comício… O Planeta Terra, por exemplo, tinha uma conta no Twitter. Por lá, fomos informados das bandas que confirmavam presença, preço de ingressos, promoções, etc. Ótimo! No entanto, quando começaram os shows, eu e vários amigos deixamos de acompanhar. Os sucessivos tuites sobre as apresentações nos frustravam. Nós queríamos estar lá, não saber pela internet o que se passava na Chácara Jóquei.

planeta

Pouco depois fiz um curso com dois jornalistas da FSP, onde eles falaram que acham que o Twitter está sendo usado de forma vazia. O que acrescenta para nós que estamos em casa ter na nossa timeline 20, 30 pessoas postando que “vai começar o desfile da Têca”? Vamos combinar que até acontece, mas raramente temos no Twitter alguma informação relevante para quem está em casa (falando especificamente da cobertura de eventos). Será que está rolando uma certa preguiça nos jornalistas? Vamos na onda só por ir?

Mas não são apenas as contas oficiais que nos informam sobre o que se passa num show ou desfile de moda. Temos os twitters de jornalistas e de pessoas do público em geral (nossos amigos e conhecidos). A princípio achei estranho quando percebi um colega postando cada detalhe do show do Franz Ferdinand. Continuei achando estranho quando vi alguns amigos tuitando numa festa “estou aqui com @fulano, @beltrano e @sicrano” e depois “está tocando música tal da @bandaxis”, coisas do tipo.

Ou seja, temos uma outra questão, ainda mais complexa e ainda assim interessante ao jornalismo. Para a Vivian, a partir do momento em que alguém começa a escrever no seu celular ou notebook, está desviando a atenção do evento em si (seja um desfile, um show, etc), deixando de perceber os detalhes, enfim não vivencia a experiência, não frui aquele momento. No caso do jornalista, é ainda mais grave, porque tudo isso seria importante para a análise desse evento.

Sala de imprensa da SPFW

Sala de imprensa da SPFW

Por outro lado, temos muita gente ligada à semiótica e às ciências cognitivas que diz justamente o contrário. Por terem uma visão unificada de corpo-mente, defendem que nós não saímos da experiência para postar algo no Twitter ou qualquer outra rede na internet. Nós agregamos o celular (e o computador, a rede, tudo isso) a essa experiência. Ou seja, criamos uma nova experiência própria, em que o celular faz parte.

Para eles, nosso corpo (mente incluso, óbvio) não entra em parafuso porque tem que ver um desfile, ouvir uma música e escrever ao mesmo tempo. O que falta é tentar e se acostumar. Basta pensarmos nesses adolescentes que já nasceram numa sociedade altamente tecnológica. Eles escrevem SMS no celular enquanto caminham, comem, conversam com outra pessoa. Eles fazem tudo nessa vida com um i-Pod no ouvido e parecem já nascer com 6 dedos em cada mão pra jogar Guitar Hero.

guitarra guitar hero

E vocês, o que acham disso? Essa nossa necessidade de estar conectado 24 horas por dia prejudica nossa vida? Faz sentido falar em vida online e offline ou é tudo vida simplesmente?

twitterfail cópia

Vídeo do encontrinho

Os encontrinhos de blogs de moda estão dando o que falar. Tanto que já vai ter o terceiro semana que vem. Bacana, né? Para quem perdeu o de terça passada não há perdão! Mentira, os vídeos estão aí embaixo para você ver tudinho.
Apresentando as papeadoras da vez: Eu, Gabriella Vidal, Carlinha e Mariana Marques. Mariana é “cumadi” das antigas e as outras se mostraram garotas super bacanas.

Não reparem que meu cabelo estava rebelde e que tenho mil vícios de linguagem. Entendam, é coisa de quem está mais acostumada a perguntar do que responder.

#Fortaleza – Segundo encontro de blogueiras de moda

Moda, luxo, internet, democratização, corpo & consumo, eis os temas do programa ao vivo no ustream no canal Cara do Abuso #2.

Será amanhã, 12 de janeiro, às 20h30.
O programa ficará gravado no mesmo endereço, assim quem não puder assistir na hora, tem como assistir depois.

Dessa vez as participantes somos eu (se minhas amigdalas não explodirem!), Gabriella Vidal, do Just Creuzas, e Ana Carla Barbosa, do Equilíbrio Sempre, novamente com mediação de Mariana Marques